
UMA PROPOSTA PARA A USJ
A polêmica da minha declaração a respeito da situação da USJ, onde alguns não analisaram o conteúdo e tentaram colocar na opinião pública uma posição minha que não corresponde com a verdade, continua gerando desdobramentos junto a comunidade josefense. Mas, preciso esclarecer: Primeiro: não sou contra a USJ. Nunca fui. Apenas quero deixar bem claro que a prioridade de qualquer município é com o ensino básico (1ª a 8ª série). Segundo: a matrícula da USJ cresce a cada ano e, em breve, o orçamento municipal, não irá suportar a demanda. Minha preocupação é no sentido de estarmos atentos em fazer um planejamento em médio prazo, para que no futuro outros alunos não sofram qualquer prejuízo.
Acredito que minha entrevista sobre o assunto foi altamente positiva. Provoquei uma discussão na Câmara de Vereadores que vai promover audiência pública sobre a questão. Para os que se promoveram fazendo média com os alunos da USJ, utilizando-se de coisas que eu não disse, coloco minha proposta para a viabilidade da USJ, com custo suportável para o erário municipal, sem comprometer sua função primordial na educação.
A- Estabelecer repasses anuais, num percental máximo da receita corrente líquida do ano anteror;
B- O município destinar o Colégio Forquilhão, para que os cursos superiores sejam a noite e os ensinos básico e médio funcionem durante o dia com proposta pedagógica, estilo colégio de aplicação, articulada pela própria USJ;
C- Manter permanente monitoramento do nível de ensino em todos os níveis;
D- Priorizar nas matrículas alunos oriundos da rede municipal e cota para a rede particular do município e só do município;
E- Discutir a relação dos cursos ministrados em relação a demanda de mão de obra da cidade;
F- Discutir a estrutura administrativa da USJ, oportunizando redução de custos;
Enfim, é necessário discutirmos com a comunidade de forma responsável, sem paixões e populismo, pois a cidadania se constrói sob a ótica do interesse comunitário e não pessoal. Infelizmente o “palanque” seduz alguns a discutir esta questão, sob a ótica do populismo e não do pragmatismo.
Àqueles que me criticaram por ter sido sincero e objetivo ao afirmar que a USJ é inviável do ponto de vista financeiro para sua manutenção por parte do erário público municipal, convido para que possam me convencer do contrário.
A polêmica da minha declaração a respeito da situação da USJ, onde alguns não analisaram o conteúdo e tentaram colocar na opinião pública uma posição minha que não corresponde com a verdade, continua gerando desdobramentos junto a comunidade josefense. Mas, preciso esclarecer: Primeiro: não sou contra a USJ. Nunca fui. Apenas quero deixar bem claro que a prioridade de qualquer município é com o ensino básico (1ª a 8ª série). Segundo: a matrícula da USJ cresce a cada ano e, em breve, o orçamento municipal, não irá suportar a demanda. Minha preocupação é no sentido de estarmos atentos em fazer um planejamento em médio prazo, para que no futuro outros alunos não sofram qualquer prejuízo.
Acredito que minha entrevista sobre o assunto foi altamente positiva. Provoquei uma discussão na Câmara de Vereadores que vai promover audiência pública sobre a questão. Para os que se promoveram fazendo média com os alunos da USJ, utilizando-se de coisas que eu não disse, coloco minha proposta para a viabilidade da USJ, com custo suportável para o erário municipal, sem comprometer sua função primordial na educação.
A- Estabelecer repasses anuais, num percental máximo da receita corrente líquida do ano anteror;
B- O município destinar o Colégio Forquilhão, para que os cursos superiores sejam a noite e os ensinos básico e médio funcionem durante o dia com proposta pedagógica, estilo colégio de aplicação, articulada pela própria USJ;
C- Manter permanente monitoramento do nível de ensino em todos os níveis;
D- Priorizar nas matrículas alunos oriundos da rede municipal e cota para a rede particular do município e só do município;
E- Discutir a relação dos cursos ministrados em relação a demanda de mão de obra da cidade;
F- Discutir a estrutura administrativa da USJ, oportunizando redução de custos;
Enfim, é necessário discutirmos com a comunidade de forma responsável, sem paixões e populismo, pois a cidadania se constrói sob a ótica do interesse comunitário e não pessoal. Infelizmente o “palanque” seduz alguns a discutir esta questão, sob a ótica do populismo e não do pragmatismo.
Àqueles que me criticaram por ter sido sincero e objetivo ao afirmar que a USJ é inviável do ponto de vista financeiro para sua manutenção por parte do erário público municipal, convido para que possam me convencer do contrário.