O Setor industrial, comercial e de serviços de uma cidade tem nas feiras e exposições, uma oportunidade de mostrar seus produtos e se relacionar com os demais setores produtivos e o público consumidor. Outro fator importante é a oportunidade da cidade mostrar o que nela é produzido. Sob o lema “quem se expõe se expande” a Aemflo – Associação Empresarial da Grande Florianópolis, sediada em São José, com o apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de São José e execução da R3 Eventos, promoveu a EXPOINCO 2009. Durante quatro dias, lideranças empresarias, lideres políticos e comunitários, se encontraram com os consumidores interessados em descobrir e ver o que São José produz. Os objetivos foram alcançados. Um novo ciclo econômico se inicia. Esta primeira edição, feita com zelo e todo o cuidado para evitar extravagâncias cumpriu sua meta. O apoio da FIESC, do SEBRAE com suas palestras e consultorias a disposição da comunidade, a destacada presença do Deputado Federal Ciro Gomes (PSB) e do Empresário Alcântaro Corrêa na Expoinco, A dedicação do Presidente Tito Schmitt e do Prefeito Djalma Berger (PSB) deixou um gostinho de “quero mais”. A Prefeitura de São José, já está empenhada em participar do planejamento da edição de 2010, que deverá vir com muitas surpresas e espera que a Aemflo e a R3 Eventos possam estar com a mesma disposição que demonstraram para a realização da Expoinco 2009. São José tem uma economia diversificada, o que a torna uma Cidade próspera e progressista, razão pela qual podemos afirmar que na recente crise econômica mundial, o Brasil foi o último país a entrar e sair da crise e São José é o município que ostenta esta façanha entre as cidades brasileiras. Já estamos a pleno vapor e queremos usar o lema da Expoinco: Queremos nos expor para poder expandir. Até a próxima feira.
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domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Desenvolvimento econômico e a segurança pública
O desenvolvimento econômico de uma cidade se conquista paralelo a nossa capacidade de oferecer segurança jurídica, diminuição da burocracia, mão de obra de qualidade e especialmente uma segurança pública eficiente. Quero falar da segurança pública, penas no seu aspecto conceitual, que penso ser o ideal para nosso País. Muito se tem discutido
sobre segurança pública através de conferencias, seminários e audiências publicas. Percebo que em todas as discussões, os temas vão desde mais policiais nas ruas, mais viaturas, mais cadeias, mais câmeras de vigilâncias, mais guardas municipais, mais postos policiais, mais isso, mais aquilo. Não vi e não ouvi, nem participei de eventos que discutissem a seguinte questão: Queremos uma segurança repressiva ou uma segurança preventiva? O foco é cuidar do marginal ou evitar que surja o marginal? Só para uma reflexão é bom saber que no Brasil de cada 100(cem) delitos, apenas 4(quatro) vão para a cadeia. Se dobrarmos o número de penitenciárias, poderemos prender 8 (oito) de cada 100(cem). Deu para entender? Diante destes números, podemos concluir que é mais barato e mais
fácil evitar o surgimento de novos marginais. Como assim? Toda a vez que a polícia prende um menor, o Conselho tutelar é chamado para acompanhar o caso. Solução: Todo menor que for notificado pelo Conselho Tutelar, poderia ser acolhido em um programa de socialização que certamente custaria muito mais barato do que o custo de um marginal preso. Sempre é bom lembrar: Não existe bandido solto com mais de 35 anos. Ou está preso, ou está morto ou desistiu de ser bandido. A iniciação de um marginal começa lá pelos 12, 13 anos. Na segurança o foco é o marginal.
sobre segurança pública através de conferencias, seminários e audiências publicas. Percebo que em todas as discussões, os temas vão desde mais policiais nas ruas, mais viaturas, mais cadeias, mais câmeras de vigilâncias, mais guardas municipais, mais postos policiais, mais isso, mais aquilo. Não vi e não ouvi, nem participei de eventos que discutissem a seguinte questão: Queremos uma segurança repressiva ou uma segurança preventiva? O foco é cuidar do marginal ou evitar que surja o marginal? Só para uma reflexão é bom saber que no Brasil de cada 100(cem) delitos, apenas 4(quatro) vão para a cadeia. Se dobrarmos o número de penitenciárias, poderemos prender 8 (oito) de cada 100(cem). Deu para entender? Diante destes números, podemos concluir que é mais barato e mais
fácil evitar o surgimento de novos marginais. Como assim? Toda a vez que a polícia prende um menor, o Conselho tutelar é chamado para acompanhar o caso. Solução: Todo menor que for notificado pelo Conselho Tutelar, poderia ser acolhido em um programa de socialização que certamente custaria muito mais barato do que o custo de um marginal preso. Sempre é bom lembrar: Não existe bandido solto com mais de 35 anos. Ou está preso, ou está morto ou desistiu de ser bandido. A iniciação de um marginal começa lá pelos 12, 13 anos. Na segurança o foco é o marginal.Resta saber: queremos prever o surgimento de novos marginais ou se queremos continuar cuidando deles? Programas de desfavelização, horário de funcionamento de bares, centros de recuperação de dependentes químicos, etc. são outras medidas de prevenção que podem contribuir para a segurança que sonhamos. O desenvolvimento econômico de uma cidade necessita de segurança pública.
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