quinta-feira, 23 de julho de 2009

Os ventos da boa discussão

Nós últimos dias, o assunto em voga foi a “Educação”. Quem bom. Nos jornais e na Câmara debateu-se a USJ, sua realidade, seu futuro, além de sua viabilidade como Instituição municipal. E-mails foram enviados para Jornais de alguns “reclames” contrapondo opiniões emitidas sobre o assunto. Foi salutar porque deu para perceber que o tema Educação sabe-se é a única saída para o nosso desenvolvimento econômico, social e de consciência de cidadania. Dentre os que discutiram tivemos profissionais da Educação de nível profissional incontestável. Pais, alunos, lideranças comunitárias e políticas se dedicaram a discutir o papel do município em relação aos investimentos nesta área. Foi visível o “interesse” de muitos, em defender acima de tudo a oportunidade dos filhos de nossa cidade de acessarem com mais facilidade os superiores níveis de ensino. Foi muito bom. Ao discutirmos a Educação, alguns temas ficaram em segundo plano. Senão vejamos: O ensino público é gratuito mesmo?Qual o desempenho de nossos alunos de primeiro e segundo graus nos últimos anos? O IDEB, que mede o nível de aprendizado de nossos alunos, foi positivo? Nossos alunos tiveram bom desempenho no ENEM? Bem, nos últimos tempos São José foi exemplo de investimento em Educação, não foi? Para todos aqueles que de forma enfática cantam em “versos e prosas” que Educação é investimento, eu também concordo. A nota de nossos alunos no IDEB e no ENEM( nos últimos anos) é que confirmam se em São José, os recursos destinados a Educação foram creditados como investimentos ou como despesas. Afinal, alguém dizer que São José ao atingir 25% de aplicação na Educação, cumpriu sua obrigação e por isso pode aplicar outra parte em ensino de 3º grau, é ficar querendo apenas caprichar no “discurso”.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Cidade Dinâmica


Os detalhes que definem uma cidade dinâmica são muitos. Ao chegar a nossa vizinha Palhoça, administrada pelo dinâmico Prefeito Ronério, onde fui participar de uma reunião do PSDB, uma situação me deixou irritado. Perdoem-me a franqueza: Fiquei irritado! O local do evento foi na comunidade de São Sebastião, lá onde antigamente se chamada Cova Funda. Que loucura! Começa pela entrada do Bairro na BR 101. Nenhuma placa indicativa. Tive que girar pelo túnel e fazer nova investida. Perguntei ao um cidadão que apenas indicou a entrada. Uma ruela, após um muro de uma Empresa, que se passar rápido, deu! Novo retorno pelo túnel da BR 101. Achando a rua fui até o final a procura de uma Igreja. Liguei no meio do caminho para o Zeca, o da Jotas, que me explicou mais ou menos o trajeto e eu lhe perguntei se tinha alguma placa indicativa? Não tinha. Não vi uma placa indicativa. Não encontrei nenhuma placa indicando o Loteamento Madri, Alaor Silveira, São Sebastião. Loucura, Palhoça pode até ser eleita a cidade mais dinâmica, mas quem deu este título, decididamente não foi ao Bairro São Sebastião. Se fosse mudaria de idéia.
Mas calma, não falo só de Palhoça. Olha que São José, Biguaçu, Santo Amaro e Floripa também no quesito placas indicativas não serão cidades dinâmicas nunca!

domingo, 12 de julho de 2009

Brincando com a natureza

Após cafezinho da manhã deste domingo, me chamou a atenção a torneira da cozinha. Um raio de sol me presenteou com estes lindos fachos de luzes, que me lembraram de falar do Rio Araújo e do nosso mar, logo abaixo:



















Um dia será tarde demais........

Sábado pela manhã, um vento sul batia insistente na Beira-mar de São José. Acompanhado pelo meu amigo Zeca, fazia minha tradicional caminhada. Observando o mar e a foz do rio Araújo, uma cena voltava a chamar minha atenção. Aquela onda preta, fétida, aquele rio sujo, imundo, desaguando um líquido caudaloso escuro e exalando um cheiro de esgoto apenas suportável porque o vento levava para outra direção. Terminada minha caminhada, olhei para o mar e rememorando aquelas cenas, realmente me julguei cúmplice daquela degradação. Sim, faço parte de uma classe de pessoas que podem decidir por ações que melhore o meio ambiente. Mas e os outros, com mais poder onde estão que nada fazem para limpar o rio Araújo, amenizando o impacto no nosso mar. Selecionei algumas fotos, para que o sujo mar e o fétido rio fiquem em nossa memória. Observe à mancha as margens do rio Araújo, preta pelo resíduo de óleo dos postos de combustíveis. Que loucura! Que crime! Antes de culpar o Poder Público, temos que nos culpar população, que envolvidos nas preocupações de nosso dia-a-dia, esquecemos de cuidar da vida, da vida que nos rodeia. O nosso mar e os nossos rios são culpa nossa sim! Todos nós somos responsáveis. Principalmente porque ninguém diz nada, ninguém reclama! Um dia, que pode ser amanhã, será tarde demais.















quarta-feira, 8 de julho de 2009

Prestem a atenção!


Um grande amigo meu, excelente profissional, durante um papo comigo, percebi que ele precisava ouvir alguma coisa que o motivasse a conquistar novos clientes. Num lampejo de inspiração saí com essa: "Meu amigo, quando o comerciante quer vender uma mercadoria, coloca-a numa prateleira ou sobre o balcão." Me referia a seu hábito de não frequentar os eventos sociais, onde poderia fazer novos contatos. Entendeu a mensagem e espero que começe a sair de casa. Ja perceberam como tem gente boa querendo trabalhar e se "enfornam" dentro de casa? Te liga meu amigo!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Meu amigo Zeca da Jotas

É o meu companheiro de caminhada que está ns fotos logo abaixo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Por quê?





















Caminhando neste domingo na Beira Mar de São José, eu os que por ali passavam, nos deparamos com uma cena inusitada. Varias lixeiras estavam destruídas. É lógico, foi atitude de vândalos. A cena, algo comum nos dias de hoje, me provocou uma reflexão. Por quê? Por que alguém faria aquilo? Estaria drogado? Bêbado? Maluco? Estaria revoltado? Mas se estivesse revoltado, qual o motivo? Bem, eu quero acreditar que alguém, certamente jovem, ou até em turmas, não sei, para fazer uma bobagem daquela, somente em estado de delírio ou de mal com a vida. Certamente pertence a famílias desajustadas, com problemas de todo o tipo. Também me questionei se não seria a ausência do Poder Público? Não tem fundamento! O Poder Público constrói uma praça, uma via para caminhadas e pessoas vão lá e destroem as lixeiras? Será que alguém em sã consciência faria isto? (ver fotos).
Não acredito! Na verdade vivemos numa sociedade injusta, onde os interesses pessoais em detrimento do coletivo prevalesse, onde as injustiças sociais, os desmandos, os maus exemplos que vem de cima, estão refletindo no comportamento da sociedade. É isso! Numa sociedade em que “ser família” é ser careta, onde se percebe a ausência de Deus na vida de muitas pessoas, onde os pais tem medo dos filhos, onde o eletor não sabe em quem votou nas últimas eleições, querer o quê? Realmente seria mais cômodo xingar o vândalo que fez aquela “idiotice”, botar a culpa no Governo e tudo bem!
Não! Não concordo com isso! Neste mundo maluco em que vivemos temos que parar para pensar. E pensando nisso, você ao ver estas imagens, antes de dizer alguma coisa, deve se perguntar: Por quê?