
Os detalhes que definem uma cidade dinâmica são muitos. Ao chegar a nossa vizinha Palhoça, administrada pelo dinâmico Prefeito Ronério, onde fui participar de uma reunião do PSDB, uma situação me deixou irritado. Perdoem-me a franqueza: Fiquei irritado! O local do evento foi na comunidade de São Sebastião, lá onde antigamente se chamada Cova Funda. Que loucura! Começa pela entrada do Bairro na BR 101. Nenhuma placa indicativa. Tive que girar pelo túnel e fazer nova investida. Perguntei ao um cidadão que apenas indicou a entrada. Uma ruela, após um muro de uma Empresa, que se passar rápido, deu! Novo retorno pelo túnel da BR 101. Achando a rua fui até o final a procura de uma Igreja. Liguei no meio do caminho para o Zeca, o da Jotas, que me explicou mais ou menos o trajeto e eu lhe perguntei se tinha alguma placa indicativa? Não tinha. Não vi uma placa indicativa. Não encontrei nenhuma placa indicando o Loteamento Madri, Alaor Silveira, São Sebastião. Loucura, Palhoça pode até ser eleita a cidade mais dinâmica, mas quem deu este título, decididamente não foi ao Bairro São Sebastião. Se fosse mudaria de idéia.
Mas calma, não falo só de Palhoça. Olha que São José, Biguaçu, Santo Amaro e Floripa também no quesito placas indicativas não serão cidades dinâmicas nunca!
Mas calma, não falo só de Palhoça. Olha que São José, Biguaçu, Santo Amaro e Floripa também no quesito placas indicativas não serão cidades dinâmicas nunca!
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