segunda-feira, 6 de julho de 2009

Por quê?





















Caminhando neste domingo na Beira Mar de São José, eu os que por ali passavam, nos deparamos com uma cena inusitada. Varias lixeiras estavam destruídas. É lógico, foi atitude de vândalos. A cena, algo comum nos dias de hoje, me provocou uma reflexão. Por quê? Por que alguém faria aquilo? Estaria drogado? Bêbado? Maluco? Estaria revoltado? Mas se estivesse revoltado, qual o motivo? Bem, eu quero acreditar que alguém, certamente jovem, ou até em turmas, não sei, para fazer uma bobagem daquela, somente em estado de delírio ou de mal com a vida. Certamente pertence a famílias desajustadas, com problemas de todo o tipo. Também me questionei se não seria a ausência do Poder Público? Não tem fundamento! O Poder Público constrói uma praça, uma via para caminhadas e pessoas vão lá e destroem as lixeiras? Será que alguém em sã consciência faria isto? (ver fotos).
Não acredito! Na verdade vivemos numa sociedade injusta, onde os interesses pessoais em detrimento do coletivo prevalesse, onde as injustiças sociais, os desmandos, os maus exemplos que vem de cima, estão refletindo no comportamento da sociedade. É isso! Numa sociedade em que “ser família” é ser careta, onde se percebe a ausência de Deus na vida de muitas pessoas, onde os pais tem medo dos filhos, onde o eletor não sabe em quem votou nas últimas eleições, querer o quê? Realmente seria mais cômodo xingar o vândalo que fez aquela “idiotice”, botar a culpa no Governo e tudo bem!
Não! Não concordo com isso! Neste mundo maluco em que vivemos temos que parar para pensar. E pensando nisso, você ao ver estas imagens, antes de dizer alguma coisa, deve se perguntar: Por quê?

Um comentário:

Renato Dávila disse...

FALTA DEUS E A FAMILIA NESSAS PESSOAS.
Por que é proveitoso que os membros da família façam as coisas junto? Porque gera compreensão e respeito mútuos. Em vez de nos distanciarmos uns dos outros, mantemo-nos achegados e damos apoio. Um artigo recente no periódico Family Relations declarou: “Tem emergido um quadro relativamente claro, que descreve atributos específicos de ‘famílias fortes’. Essas qualidades incluem comprometimento e apreço mútuos, união, boa comunicação, a habilidade de resolver problemas e um forte senso de espiritualidade.”
Quando essas qualidades existem numa família, o lar não é mais como um posto de gasolina, onde se pára a fim de se abastecer. É mais do que apenas uma casa. É um lugar convidativo que atrai os membros da família. É um abrigo de cordialidade e afeição, compaixão e compreensão. (Provérbios 4:3, 4)