
A desorganização do trânsito com os engarrafamentos está a beira de um colapso necessitando de solução capaz de compatibilizar o aumento fantástico de novos veículos em circulação sem aumentar os problemas de mobilidade nas médias e grandes cidades. Como atender a necessidade de ir e vir da população com a dificuldade de redimensionar as vias e dar um fluxo do transito capaz de melhorar a qualidade do trafego urbano? A solução está num transporte coletivo terrestre e marítimo. Como se trata de um serviço público a disposição da comunidade, este tem no seu custo o maior entrave para que se alcance os resultados necessários. O roteiro de nossa proposta está centrado em alguns pontos importantes: O município define o modelo de serviço, institui a tarifa social define os custos que serão subsidiados pelo Poder Municipal. Cria-se o Fundo Municipal de Transporte e inclui no Orçamento Municipal, acrescendo nos tributos municipais os custos deste subsídio. Desta forma quem não usa o transporte coletivo também contribuirá, pois quanto melhor o serviço de transporte coletivo, melhor o conforto aos que utilizam o carro particular. É fundamental compreendermos que o custo do transporte coletivo deve ser de responsabilidade de todos. Nas regiões metropolitanas o Governo do Estado deveria controlar o sistema, evitando as questões municipais, que, via de regra, se apresenta como obstáculo para a solução deste importante serviço público. Em síntese o resultado disso é uma tarifa social única, capaz de proporcionar aos trabalhadores que moram mais longe da cidade usar o serviço nas mesmas condições de custo dos trabalhadores urbanos. A partir do financiamento do sistema de transporte coletivo por toda a população surgirá um modelo mais eficiente onde mais pessoas poderão usar o sistema e melhorar significativamente a mobilidade urbana. O transporte coletivo é publico. Se é publico é de responsabilidade de todos.
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