
Nós podemos responder esta pergunta em conjunto, discutindo com a comunidade.
Tudo passa pela coragem de discutir o atual modelo de segurança que não tem dado resultado. É ultrapassado, burocrático cheio de interferência política. É certo que o Estado não atende mais as demandas, pelo excesso de população. Temos que resolver o eterno conflito entre a Polícia Militar e Polícia Civil; a interferência política na segurança; o papel da Guarda Municipal; instituir política preventiva de segurança. Um preso comum custa em média 1,2 mil reais; recuperar um adolescente em risco social custa muito menos. É possível detectar onde estão estes menores, futuros marginais. Discutir a utilidade dos postos policiais. O Posto Policial é a alegria do marginal. Enquanto um fica espiando a movimentação dos Policiais no Posto o parceiro executa o assalto, o primeiro avisa ao parceiro a saída dos Policiais para atender a ocorrência. Minha proposta: Criar uma lei municipal com a participação da comunidade, onde deve ser disciplinado: horário de funcionamento de bares e casas noturnas; venda de bebidas alcoólicas; circulação de menores à noite; programa de atendimento ao menor em risco social; criação do Diretor de Disciplina nas Escolas; Criação do Conselho de Segurança Pública (estadual e municipal) para discutir e aprovar as políticas de segurança. Não existe bandido com mais de 35 anos correndo da polícia. Ou esta preso, ou morto ou desistiu da criminalidade; O marginal surge por volta dos 13 anos e até menos. Logo, um programa de atenção a estes menores em 5 anos evitará novos marginais. Um programa em São José já atendeu 83 menores. Foi extinto no governo anterior. Criaram o JAC, que não atendeu ao objetivo: atendia jovens a partir dos 18 anos. Criar um projeto de segurança partindo da realidade de cada município, com a participação da comunidade, é a solução. Temos que sair do discurso fácil para ações práticas. É o que penso.
Tudo passa pela coragem de discutir o atual modelo de segurança que não tem dado resultado. É ultrapassado, burocrático cheio de interferência política. É certo que o Estado não atende mais as demandas, pelo excesso de população. Temos que resolver o eterno conflito entre a Polícia Militar e Polícia Civil; a interferência política na segurança; o papel da Guarda Municipal; instituir política preventiva de segurança. Um preso comum custa em média 1,2 mil reais; recuperar um adolescente em risco social custa muito menos. É possível detectar onde estão estes menores, futuros marginais. Discutir a utilidade dos postos policiais. O Posto Policial é a alegria do marginal. Enquanto um fica espiando a movimentação dos Policiais no Posto o parceiro executa o assalto, o primeiro avisa ao parceiro a saída dos Policiais para atender a ocorrência. Minha proposta: Criar uma lei municipal com a participação da comunidade, onde deve ser disciplinado: horário de funcionamento de bares e casas noturnas; venda de bebidas alcoólicas; circulação de menores à noite; programa de atendimento ao menor em risco social; criação do Diretor de Disciplina nas Escolas; Criação do Conselho de Segurança Pública (estadual e municipal) para discutir e aprovar as políticas de segurança. Não existe bandido com mais de 35 anos correndo da polícia. Ou esta preso, ou morto ou desistiu da criminalidade; O marginal surge por volta dos 13 anos e até menos. Logo, um programa de atenção a estes menores em 5 anos evitará novos marginais. Um programa em São José já atendeu 83 menores. Foi extinto no governo anterior. Criaram o JAC, que não atendeu ao objetivo: atendia jovens a partir dos 18 anos. Criar um projeto de segurança partindo da realidade de cada município, com a participação da comunidade, é a solução. Temos que sair do discurso fácil para ações práticas. É o que penso.
2 comentários:
Previna-se contra a “paz e segurança” arquitetadas pelas nações
“Quando estiverem dizendo: ‘Paz e Segurança!’” — 1 TESSALONICENSES 5:3.
NUNCA antes esteve o mundo inteiro da humanidade tão inseguro como hoje. Há uma sensação de pavor duma terceira guerra mundial envolvendo nações altamente militarizadas, que possuem o que agora parece ser a derradeira das armas — a bomba nuclear. A capacidade das nações, de pôr o próprio núcleo dos átomos a trabalhar num empenho de guerra, praticamente levou-as ao máximo possível de matança em massa dos humanos. Portanto, a paz tornou-se a coisa mais sábia.
2 Sim, de fato, porque na nossa era uma terceira guerra mundial com tais armas significaria nada menos do que o suicídio mundial, com pessoas indo pelos ares para o virtual oblívio, ou perecendo por causa dos efeitos posteriores dum holocausto nuclear. Políticos e comandantes militares perspicazes percebem dolorosamente este fato. Não querem tornar-se responsáveis por tal calamidade global. De modo que sistemas políticos diametralmente opostos acharão conveniente chegar a um acordo, sim, seguir a filosofia prudente de “viver e deixar viver”.
3 No entanto, as nações não confiam plenamente umas nas outras. Como precaução, mantêm seus estabelecimentos militares em plena força. Portanto, será por sincero e genuíno amor de uns aos outros, como membros da mesma família humana, que os governantes se unirão em fazer a proclamação de “paz e segurança” para o mundo inteiro da humanidade? Não, mas será para afastar os justificáveis temores do povo. — 1 Tessalonicenses 5:3.
Sr. Vereador.
Percebo que o Sr. tem uma visão "cirúrgica" a cerca da problemática de segurança. Sua abordagem e pontos de intervenção são determinantes. Sendo fáceis de implementar... Bastando o compromisso e interesse social e público.
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