O Setor industrial, comercial e de serviços de uma cidade tem nas feiras e exposições, uma oportunidade de mostrar seus produtos e se relacionar com os demais setores produtivos e o público consumidor. Outro fator importante é a oportunidade da cidade mostrar o que nela é produzido. Sob o lema “quem se expõe se expande” a Aemflo – Associação Empresarial da Grande Florianópolis, sediada em São José, com o apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de São José e execução da R3 Eventos, promoveu a EXPOINCO 2009. Durante quatro dias, lideranças empresarias, lideres políticos e comunitários, se encontraram com os consumidores interessados em descobrir e ver o que São José produz. Os objetivos foram alcançados. Um novo ciclo econômico se inicia. Esta primeira edição, feita com zelo e todo o cuidado para evitar extravagâncias cumpriu sua meta. O apoio da FIESC, do SEBRAE com suas palestras e consultorias a disposição da comunidade, a destacada presença do Deputado Federal Ciro Gomes (PSB) e do Empresário Alcântaro Corrêa na Expoinco, A dedicação do Presidente Tito Schmitt e do Prefeito Djalma Berger (PSB) deixou um gostinho de “quero mais”. A Prefeitura de São José, já está empenhada em participar do planejamento da edição de 2010, que deverá vir com muitas surpresas e espera que a Aemflo e a R3 Eventos possam estar com a mesma disposição que demonstraram para a realização da Expoinco 2009. São José tem uma economia diversificada, o que a torna uma Cidade próspera e progressista, razão pela qual podemos afirmar que na recente crise econômica mundial, o Brasil foi o último país a entrar e sair da crise e São José é o município que ostenta esta façanha entre as cidades brasileiras. Já estamos a pleno vapor e queremos usar o lema da Expoinco: Queremos nos expor para poder expandir. Até a próxima feira.
Seja Bem-vindo ao meu blog. Neste espaço eu exponho minhas idéias, projetos e faço uma leitura sobre os assuntos do nosso dia a dia Entre e fique à vontade para comentar.
domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Desenvolvimento econômico e a segurança pública
O desenvolvimento econômico de uma cidade se conquista paralelo a nossa capacidade de oferecer segurança jurídica, diminuição da burocracia, mão de obra de qualidade e especialmente uma segurança pública eficiente. Quero falar da segurança pública, penas no seu aspecto conceitual, que penso ser o ideal para nosso País. Muito se tem discutido
sobre segurança pública através de conferencias, seminários e audiências publicas. Percebo que em todas as discussões, os temas vão desde mais policiais nas ruas, mais viaturas, mais cadeias, mais câmeras de vigilâncias, mais guardas municipais, mais postos policiais, mais isso, mais aquilo. Não vi e não ouvi, nem participei de eventos que discutissem a seguinte questão: Queremos uma segurança repressiva ou uma segurança preventiva? O foco é cuidar do marginal ou evitar que surja o marginal? Só para uma reflexão é bom saber que no Brasil de cada 100(cem) delitos, apenas 4(quatro) vão para a cadeia. Se dobrarmos o número de penitenciárias, poderemos prender 8 (oito) de cada 100(cem). Deu para entender? Diante destes números, podemos concluir que é mais barato e mais
fácil evitar o surgimento de novos marginais. Como assim? Toda a vez que a polícia prende um menor, o Conselho tutelar é chamado para acompanhar o caso. Solução: Todo menor que for notificado pelo Conselho Tutelar, poderia ser acolhido em um programa de socialização que certamente custaria muito mais barato do que o custo de um marginal preso. Sempre é bom lembrar: Não existe bandido solto com mais de 35 anos. Ou está preso, ou está morto ou desistiu de ser bandido. A iniciação de um marginal começa lá pelos 12, 13 anos. Na segurança o foco é o marginal.
sobre segurança pública através de conferencias, seminários e audiências publicas. Percebo que em todas as discussões, os temas vão desde mais policiais nas ruas, mais viaturas, mais cadeias, mais câmeras de vigilâncias, mais guardas municipais, mais postos policiais, mais isso, mais aquilo. Não vi e não ouvi, nem participei de eventos que discutissem a seguinte questão: Queremos uma segurança repressiva ou uma segurança preventiva? O foco é cuidar do marginal ou evitar que surja o marginal? Só para uma reflexão é bom saber que no Brasil de cada 100(cem) delitos, apenas 4(quatro) vão para a cadeia. Se dobrarmos o número de penitenciárias, poderemos prender 8 (oito) de cada 100(cem). Deu para entender? Diante destes números, podemos concluir que é mais barato e mais
fácil evitar o surgimento de novos marginais. Como assim? Toda a vez que a polícia prende um menor, o Conselho tutelar é chamado para acompanhar o caso. Solução: Todo menor que for notificado pelo Conselho Tutelar, poderia ser acolhido em um programa de socialização que certamente custaria muito mais barato do que o custo de um marginal preso. Sempre é bom lembrar: Não existe bandido solto com mais de 35 anos. Ou está preso, ou está morto ou desistiu de ser bandido. A iniciação de um marginal começa lá pelos 12, 13 anos. Na segurança o foco é o marginal.Resta saber: queremos prever o surgimento de novos marginais ou se queremos continuar cuidando deles? Programas de desfavelização, horário de funcionamento de bares, centros de recuperação de dependentes químicos, etc. são outras medidas de prevenção que podem contribuir para a segurança que sonhamos. O desenvolvimento econômico de uma cidade necessita de segurança pública.
domingo, 30 de agosto de 2009
Renasce o Centro Histórico de São José
Neste domingo fui visitar o 1º Festival de Inverno no Centro Histórico de São José. Gostei do que vi e o pessoal da Fundação Municipal de Cultura com o Promoter Sergio Rocha trabalharam direitinho. Parabéns! O Centro Histórico Merecia um evento para revitalizá-lo, animá-lo, aproximar as pessoas da região. Vi famílias na Praça. Vi os manezinhos do Centro Histórico se confraternizando. No ano que vem vou participar mais ativamente.
Boa idéia!
Fui visitar o espaço dos Artistas Plásticos do Festival de Inverno de São José. Conversei com a Albertina Prates e outros artistas. Me reivindicaram um espaço para constituir em São José uma Escola de Artes. Me disse a Albertina que o Silvio Pléticos, um dos mais importantes artista plástico do mundo e que escolheu a muitos anos São José para morar sonha com este projeto. Visite o site (http://www.pleticos.kit.net/) e conheça melhor. Vou levar ao Prefeito Djalma a idéia.
As moças da Praça
Após eu gravar uma mensagem para os promotores do Festival de Inverno lá no Centro Histórico, fui abordado por alunas da USJ. Afastada a primeira impressão, o pão foi muito bom e divagamos sobre todas as questões que envolveram a nossa Faculdade Municipal, falamos sobre educação de São José, sobre outros assuntos pertinentes e no final fiquei encantado com o nível da discussão e trocamos celulares e e-mails. A Débora, futura pedagoga, Fernanda, futura administradora e Andréia que faz Ciências contábeis.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Os ventos da boa discussão
Nós últimos dias, o assunto em voga foi a “Educação”. Quem bom. Nos jornais e na Câmara debateu-se a USJ, sua realidade, seu futuro, além de sua viabilidade como Instituição municipal. E-mails foram enviados para Jornais de alguns “reclames” contrapondo opiniões emitidas sobre o assunto. Foi salutar porque deu para perceber que o tema Educação sabe-se é a única saída para o nosso desenvolvimento econômico, social e de consciência de cidadania. Dentre os que discutiram tivemos profissionais da Educação de nível profissional incontestável. Pais, alunos, lideranças comunitárias e políticas se dedicaram a discutir o papel do município em relação aos investimentos nesta área. Foi visível o “interesse” de muitos, em defender acima de tudo a oportunidade dos filhos de nossa cidade de acessarem com mais facilidade os superiores níveis de ensino. Foi muito bom. Ao discutirmos a Educação, alguns temas ficaram em segundo plano. Senão vejamos: O ensino público é gratuito mesmo?Qual o desempenho de nossos alunos de primeiro e segundo graus nos últimos anos? O IDEB, que mede o nível de aprendizado de nossos alunos, foi positivo? Nossos alunos tiveram bom desempenho no ENEM? Bem, nos últimos tempos São José foi exemplo de investimento em Educação, não foi? Para todos aqueles que de forma enfática cantam em “versos e prosas” que Educação é investimento, eu também concordo. A nota de nossos alunos no IDEB e no ENEM( nos últimos anos) é que confirmam se em São José, os recursos destinados a Educação foram creditados como investimentos ou como despesas. Afinal, alguém dizer que São José ao atingir 25% de aplicação na Educação, cumpriu sua obrigação e por isso pode aplicar outra parte em ensino de 3º grau, é ficar querendo apenas caprichar no “discurso”.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Cidade Dinâmica

Os detalhes que definem uma cidade dinâmica são muitos. Ao chegar a nossa vizinha Palhoça, administrada pelo dinâmico Prefeito Ronério, onde fui participar de uma reunião do PSDB, uma situação me deixou irritado. Perdoem-me a franqueza: Fiquei irritado! O local do evento foi na comunidade de São Sebastião, lá onde antigamente se chamada Cova Funda. Que loucura! Começa pela entrada do Bairro na BR 101. Nenhuma placa indicativa. Tive que girar pelo túnel e fazer nova investida. Perguntei ao um cidadão que apenas indicou a entrada. Uma ruela, após um muro de uma Empresa, que se passar rápido, deu! Novo retorno pelo túnel da BR 101. Achando a rua fui até o final a procura de uma Igreja. Liguei no meio do caminho para o Zeca, o da Jotas, que me explicou mais ou menos o trajeto e eu lhe perguntei se tinha alguma placa indicativa? Não tinha. Não vi uma placa indicativa. Não encontrei nenhuma placa indicando o Loteamento Madri, Alaor Silveira, São Sebastião. Loucura, Palhoça pode até ser eleita a cidade mais dinâmica, mas quem deu este título, decididamente não foi ao Bairro São Sebastião. Se fosse mudaria de idéia.
Mas calma, não falo só de Palhoça. Olha que São José, Biguaçu, Santo Amaro e Floripa também no quesito placas indicativas não serão cidades dinâmicas nunca!
Mas calma, não falo só de Palhoça. Olha que São José, Biguaçu, Santo Amaro e Floripa também no quesito placas indicativas não serão cidades dinâmicas nunca!
domingo, 12 de julho de 2009
Brincando com a natureza
Um dia será tarde demais........
Sábado pela manhã, um vento sul batia insistente na Beira-mar de São José. Acompanhado pelo meu amigo Zeca, fazia minha tradicional caminhada. Observando o mar e a foz do rio Araújo, uma cena voltava a chamar minha atenção. Aquela onda preta, fétida, aquele rio sujo, imundo, desaguando um líquido caudaloso escuro e exalando um cheiro de esgoto apenas suportável porque o vento levava para outra direção. Terminada minha caminhada, olhei para o mar e rememorando aquelas cenas, realmente me julguei cúmplice daquela degradação. Sim, faço parte de uma classe de pessoas que podem decidir por ações que melhore o meio ambiente. Mas e os outros, com mais poder onde estão que nada fazem para limpar o rio Araújo, amenizando o impacto no nosso mar. Selecionei algumas fotos, para que o sujo mar e o fétido rio fiquem em nossa memória. Observe à mancha as margens do rio Araújo, preta pelo resíduo de óleo dos postos de combustíveis. Que loucura! Que crime! Antes de culpar o Poder Público, temos que nos culpar população, que envolvidos nas preocupações de nosso dia-a-dia, esquecemos de cuidar da vida, da vida que nos rodeia. O nosso mar e os nossos rios são culpa nossa sim! Todos nós somos responsáveis. Principalmente porque ninguém diz nada, ninguém reclama! Um dia, que pode ser amanhã, será tarde demais.

quarta-feira, 8 de julho de 2009
Prestem a atenção!

Um grande amigo meu, excelente profissional, durante um papo comigo, percebi que ele precisava ouvir alguma coisa que o motivasse a conquistar novos clientes. Num lampejo de inspiração saí com essa: "Meu amigo, quando o comerciante quer vender uma mercadoria, coloca-a numa prateleira ou sobre o balcão." Me referia a seu hábito de não frequentar os eventos sociais, onde poderia fazer novos contatos. Entendeu a mensagem e espero que começe a sair de casa. Ja perceberam como tem gente boa querendo trabalhar e se "enfornam" dentro de casa? Te liga meu amigo!
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Por quê?





Caminhando neste domingo na Beira Mar de São José, eu os que por ali passavam, nos deparamos com uma cena inusitada. Varias lixeiras estavam destruídas. É lógico, foi atitude de vândalos. A cena, algo comum nos dias de hoje, me provocou uma reflexão. Por quê? Por que alguém faria aquilo? Estaria drogado? Bêbado? Maluco? Estaria revoltado? Mas se estivesse revoltado, qual o motivo? Bem, eu quero acreditar que alguém, certamente jovem, ou até em turmas, não sei, para fazer uma bobagem daquela, somente em estado de delírio ou de mal com a vida. Certamente pertence a famílias desajustadas, com problemas de todo o tipo. Também me questionei se não seria a ausência do Poder Público? Não tem fundamento! O Poder Público constrói uma praça, uma via para caminhadas e pessoas vão lá e destroem as lixeiras? Será que alguém em sã consciência faria isto? (ver fotos).
Não acredito! Na verdade vivemos numa sociedade injusta, onde os interesses pessoais em detrimento do coletivo prevalesse, onde as injustiças sociais, os desmandos, os maus exemplos que vem de cima, estão refletindo no comportamento da sociedade. É isso! Numa sociedade em que “ser família” é ser careta, onde se percebe a ausência de Deus na vida de muitas pessoas, onde os pais tem medo dos filhos, onde o eletor não sabe em quem votou nas últimas eleições, querer o quê? Realmente seria mais cômodo xingar o vândalo que fez aquela “idiotice”, botar a culpa no Governo e tudo bem!
Não! Não concordo com isso! Neste mundo maluco em que vivemos temos que parar para pensar. E pensando nisso, você ao ver estas imagens, antes de dizer alguma coisa, deve se perguntar: Por quê?
Não acredito! Na verdade vivemos numa sociedade injusta, onde os interesses pessoais em detrimento do coletivo prevalesse, onde as injustiças sociais, os desmandos, os maus exemplos que vem de cima, estão refletindo no comportamento da sociedade. É isso! Numa sociedade em que “ser família” é ser careta, onde se percebe a ausência de Deus na vida de muitas pessoas, onde os pais tem medo dos filhos, onde o eletor não sabe em quem votou nas últimas eleições, querer o quê? Realmente seria mais cômodo xingar o vândalo que fez aquela “idiotice”, botar a culpa no Governo e tudo bem!
Não! Não concordo com isso! Neste mundo maluco em que vivemos temos que parar para pensar. E pensando nisso, você ao ver estas imagens, antes de dizer alguma coisa, deve se perguntar: Por quê?
terça-feira, 30 de junho de 2009
Lberdade de expressão

UMA PROPOSTA PARA A USJ
A polêmica da minha declaração a respeito da situação da USJ, onde alguns não analisaram o conteúdo e tentaram colocar na opinião pública uma posição minha que não corresponde com a verdade, continua gerando desdobramentos junto a comunidade josefense. Mas, preciso esclarecer: Primeiro: não sou contra a USJ. Nunca fui. Apenas quero deixar bem claro que a prioridade de qualquer município é com o ensino básico (1ª a 8ª série). Segundo: a matrícula da USJ cresce a cada ano e, em breve, o orçamento municipal, não irá suportar a demanda. Minha preocupação é no sentido de estarmos atentos em fazer um planejamento em médio prazo, para que no futuro outros alunos não sofram qualquer prejuízo.
Acredito que minha entrevista sobre o assunto foi altamente positiva. Provoquei uma discussão na Câmara de Vereadores que vai promover audiência pública sobre a questão. Para os que se promoveram fazendo média com os alunos da USJ, utilizando-se de coisas que eu não disse, coloco minha proposta para a viabilidade da USJ, com custo suportável para o erário municipal, sem comprometer sua função primordial na educação.
A- Estabelecer repasses anuais, num percental máximo da receita corrente líquida do ano anteror;
B- O município destinar o Colégio Forquilhão, para que os cursos superiores sejam a noite e os ensinos básico e médio funcionem durante o dia com proposta pedagógica, estilo colégio de aplicação, articulada pela própria USJ;
C- Manter permanente monitoramento do nível de ensino em todos os níveis;
D- Priorizar nas matrículas alunos oriundos da rede municipal e cota para a rede particular do município e só do município;
E- Discutir a relação dos cursos ministrados em relação a demanda de mão de obra da cidade;
F- Discutir a estrutura administrativa da USJ, oportunizando redução de custos;
Enfim, é necessário discutirmos com a comunidade de forma responsável, sem paixões e populismo, pois a cidadania se constrói sob a ótica do interesse comunitário e não pessoal. Infelizmente o “palanque” seduz alguns a discutir esta questão, sob a ótica do populismo e não do pragmatismo.
Àqueles que me criticaram por ter sido sincero e objetivo ao afirmar que a USJ é inviável do ponto de vista financeiro para sua manutenção por parte do erário público municipal, convido para que possam me convencer do contrário.
A polêmica da minha declaração a respeito da situação da USJ, onde alguns não analisaram o conteúdo e tentaram colocar na opinião pública uma posição minha que não corresponde com a verdade, continua gerando desdobramentos junto a comunidade josefense. Mas, preciso esclarecer: Primeiro: não sou contra a USJ. Nunca fui. Apenas quero deixar bem claro que a prioridade de qualquer município é com o ensino básico (1ª a 8ª série). Segundo: a matrícula da USJ cresce a cada ano e, em breve, o orçamento municipal, não irá suportar a demanda. Minha preocupação é no sentido de estarmos atentos em fazer um planejamento em médio prazo, para que no futuro outros alunos não sofram qualquer prejuízo.
Acredito que minha entrevista sobre o assunto foi altamente positiva. Provoquei uma discussão na Câmara de Vereadores que vai promover audiência pública sobre a questão. Para os que se promoveram fazendo média com os alunos da USJ, utilizando-se de coisas que eu não disse, coloco minha proposta para a viabilidade da USJ, com custo suportável para o erário municipal, sem comprometer sua função primordial na educação.
A- Estabelecer repasses anuais, num percental máximo da receita corrente líquida do ano anteror;
B- O município destinar o Colégio Forquilhão, para que os cursos superiores sejam a noite e os ensinos básico e médio funcionem durante o dia com proposta pedagógica, estilo colégio de aplicação, articulada pela própria USJ;
C- Manter permanente monitoramento do nível de ensino em todos os níveis;
D- Priorizar nas matrículas alunos oriundos da rede municipal e cota para a rede particular do município e só do município;
E- Discutir a relação dos cursos ministrados em relação a demanda de mão de obra da cidade;
F- Discutir a estrutura administrativa da USJ, oportunizando redução de custos;
Enfim, é necessário discutirmos com a comunidade de forma responsável, sem paixões e populismo, pois a cidadania se constrói sob a ótica do interesse comunitário e não pessoal. Infelizmente o “palanque” seduz alguns a discutir esta questão, sob a ótica do populismo e não do pragmatismo.
Àqueles que me criticaram por ter sido sincero e objetivo ao afirmar que a USJ é inviável do ponto de vista financeiro para sua manutenção por parte do erário público municipal, convido para que possam me convencer do contrário.
domingo, 5 de abril de 2009
Por que vamos ter uma boa semana?
Porque eu sei que os problemas que enfrentamos hoje (ufa!), não é maior do que os problemas dos outros. Às vezes olhamos para alguém e nem se quer imaginamos os problemas que ela está enfrentando. Em outras, percebemos que apesar de sua alegria, nem se quer podemos imaginar como ela está vivendo em sua casa.
Uma informação recebida recentemente, da conta que hoje, já temos mais de 15% de nossa população sofrendo de depressão. É loucura você imaginar que de cada 100 pessoas que convivem em nossa comunidade 15 estão sofrendo de depressão.
Sabemos que tem gente sofrendo de síndrome de pânico, outras têm transtorno bipolar, etc.
Meus problemas são muito pequenos, os seus também.
Quer ter uma certeza disso? Converse com seu colega de trabalho. Você vai se surpreender e verificar que seus problemas são muito pequenos.
Bem, ter uma família, praticar uma religião, ter um trabalho e ter um tempo para o lazer é uma das melhores receitas para ser feliz.
Por tudo isso eu e você vamos ter uma boa semana.
Uma informação recebida recentemente, da conta que hoje, já temos mais de 15% de nossa população sofrendo de depressão. É loucura você imaginar que de cada 100 pessoas que convivem em nossa comunidade 15 estão sofrendo de depressão.
Sabemos que tem gente sofrendo de síndrome de pânico, outras têm transtorno bipolar, etc.
Meus problemas são muito pequenos, os seus também.
Quer ter uma certeza disso? Converse com seu colega de trabalho. Você vai se surpreender e verificar que seus problemas são muito pequenos.
Bem, ter uma família, praticar uma religião, ter um trabalho e ter um tempo para o lazer é uma das melhores receitas para ser feliz.
Por tudo isso eu e você vamos ter uma boa semana.
Dica da Semana
Meu economista preferido é Stephen Kanitz. Ele é otimista e nos mostra todos os dias o Brasil que da certo. Eu recomendo registrar em seus favoritos e se quizerem deêm uma espiadinha todos os dias em seu site. http://brasil.melhores.com.br/ .
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Stephen Kanits disse:
“Em 1998, no meio da crise da Ásia, o presidente do Banco Central, Gustavo Franco, foi substituído pelo economista Chico Lopes, que teve de lidar com uma mega crise financeira sem ter tido tempo para se sentar na nova cadeira.
Teve de socorrer dois bancos que ameaçavam colocar todo o sistema financeiro brasileiro em perigo, comprando títulos desses bancos a um preço acima de mercado, o necessário para saldar suas dívidas. Depois, procedeu à sua liquidação. Não salvou os bancos como está fazendo Ben Bernanke: liquidou os acionistas e o patrimônio dos bancos.
Não torrou 3 trilhões, como está fazendo Ben Bernanke, mas usou, se não me engano, 1 bilhão de reais. Uma migalha.
Infelizmente, Chico Lopes foi massacrado publicamente por ter comprado títulos "acima do preço de mercado", embora até isso seja discutível porque, numa crise, os preços de mercado não são parâmetro, como é possível se notar agora nos Estados Unidos.
Perguntei a Fernando Henrique Cardoso no RODA VIVA se ele não achava que foi feita uma injustiça a Chico Lopes na comemoração dos 15 anos do Real e ele concordou.
Fica aqui o reconhecimento público e uma homenagem a um economista injustiçado, mas que fez o que tinha de ser feito -- e fez bem melhor do que Ben Bernanke.”
Teve de socorrer dois bancos que ameaçavam colocar todo o sistema financeiro brasileiro em perigo, comprando títulos desses bancos a um preço acima de mercado, o necessário para saldar suas dívidas. Depois, procedeu à sua liquidação. Não salvou os bancos como está fazendo Ben Bernanke: liquidou os acionistas e o patrimônio dos bancos.
Não torrou 3 trilhões, como está fazendo Ben Bernanke, mas usou, se não me engano, 1 bilhão de reais. Uma migalha.
Infelizmente, Chico Lopes foi massacrado publicamente por ter comprado títulos "acima do preço de mercado", embora até isso seja discutível porque, numa crise, os preços de mercado não são parâmetro, como é possível se notar agora nos Estados Unidos.
Perguntei a Fernando Henrique Cardoso no RODA VIVA se ele não achava que foi feita uma injustiça a Chico Lopes na comemoração dos 15 anos do Real e ele concordou.
Fica aqui o reconhecimento público e uma homenagem a um economista injustiçado, mas que fez o que tinha de ser feito -- e fez bem melhor do que Ben Bernanke.”
terça-feira, 31 de março de 2009
Boa repercussão
A idéia de que a gasolina é cara porque infelizmente a lei de oferta e procura é quem determina as regras dos preços, parece que não foi entendida por alguns amigos que me acessaram. Todavia é muito bom conhecermos melhor o assunto. Aconselho pesquisar no no Google, precisamente usando a expressão lei da oferta e procura. É muito importante que nos convecemos desta questão porque só assim poderemos ajudar nosso País e nos ajudarmos diante do mercado consumidor.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Por que a gasolina é cara?

Nos últimos dias, nas conversas que tenho com meus amigos, faço sempre esta pergunta. As respostas são as mais variadas. Uns dizem que tem muito imposto embutido; outros dizem que a Petrobras quer manter seus lucros. Perguntei também por que o telefone é caro e as respostas são sempre as mesmas. Certamente quem lê este artigo, também deve ter uma resposta. Quando eu pergunto por que o Governo reduziu o IPI (Imposto sobre produtos industriais), as respostas são sempre as mesmas: Foi para incentivar as vendas dos veículos, evitando o prejuízo das montadoras. E agora? Deu para entender porque a gasolina é cara e o telefone também? É simples minha gente! Vivemos num País capitalista. Neste caso a lei da oferta de da procura é que prevalece. Portanto a gasolina é cara porque todo mundo compra. O telefone é caro porque todo mundo usa. Afinal quem não gosta de ter um carrinho para dar umas bandas? Ou quem não tem um telefone celular? Até o catador de papelão tem dois. É para não perder a oportunidade de encher o carrinho de papel e outros materiais. Portanto, se o Governo reduziu o IPI dos carros para vender mais, não reduziria os impostos da gasolina para que todos consumissem mais gasolina? Não reduziria mais impostos do telefone, para que todos usassem mais o telefone?
E agora? Concordas com a minha tese? Lei de oferta e procura minha gente! Afinal vivemos num País capitalista!
E agora? Concordas com a minha tese? Lei de oferta e procura minha gente! Afinal vivemos num País capitalista!
quinta-feira, 26 de março de 2009
Estou pensando.....

Martin Luther King negro, estadunidense, militante da paz e dos direitos humanos tinha razão mas ninguém o escutou:
"O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons".
Isto funciona como um acalanto, um hino para meus ouvidos, uma motivação para continuar acreditando no amanhã. Que os bons um dia possam ter sua vez.Deus proverá!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Você sabia?
São José tem 593 empresas de construção civil?
São José tem 1325 Estabelecimentos industriais?
São José tem 4.884 estabelecimentos prestadores de serviços?
São José tem 5.066 estabelecimentos comerciais?
São José tem mais 39 outros de diferentes atividades não menos importantes?
Dados fornecido pelo CAGED – Ministério do Trabalho
São José tem 1325 Estabelecimentos industriais?
São José tem 4.884 estabelecimentos prestadores de serviços?
São José tem 5.066 estabelecimentos comerciais?
São José tem mais 39 outros de diferentes atividades não menos importantes?
Dados fornecido pelo CAGED – Ministério do Trabalho
Só para saber:
Em 31.12.2007 São José tinha 68.566 empregados registrados em carteira.
EM 31.12.2008 São José tinha 72.021 empregados registrados em carteira.
Saldo positivo de 4.455 empregos.
São José tem 11.954 empresas registradas. (dados de 31.01.2009)
EM 31.12.2008 São José tinha 72.021 empregados registrados em carteira.
Saldo positivo de 4.455 empregos.
São José tem 11.954 empresas registradas. (dados de 31.01.2009)
domingo, 8 de março de 2009
Para uma boa semana
"Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.”
Edmund Burke
Lendo os jornais, as revistas, assistindo os tele-jornais, fica no ar um sentimento de puro pessimismo. Ufa! A coisa está ficando feia. Todavia, Edmundo Burke foi feliz em deixar para a posteridade uma mensagem de esperança. A frase acima dá o tom de nosso comportamento. John Fitzgerald Kennedy, quando disse que não precisamos perguntar o que nosso País pode fazer por nós, mas sim, o que nós podemos fazer por nosso País. Eu estou seguindo em frente. Do meu jeito estou contribuindo. Fazendo a minha parte. Se depender de mim, aqueles que só requerem fazer o mal, não vão ter sossego!
Estou vivo! Estou em pé! Quem viver verá! Meu lema será sempre “praticar a justiça, exercitar a paciência e promover a paz”.
Edmund Burke
Lendo os jornais, as revistas, assistindo os tele-jornais, fica no ar um sentimento de puro pessimismo. Ufa! A coisa está ficando feia. Todavia, Edmundo Burke foi feliz em deixar para a posteridade uma mensagem de esperança. A frase acima dá o tom de nosso comportamento. John Fitzgerald Kennedy, quando disse que não precisamos perguntar o que nosso País pode fazer por nós, mas sim, o que nós podemos fazer por nosso País. Eu estou seguindo em frente. Do meu jeito estou contribuindo. Fazendo a minha parte. Se depender de mim, aqueles que só requerem fazer o mal, não vão ter sossego!
Estou vivo! Estou em pé! Quem viver verá! Meu lema será sempre “praticar a justiça, exercitar a paciência e promover a paz”.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Desejar não é querer

Tem pessoas que não conseguem solução para seus problemas. Eu mesmo me questiono sobre as razões porque algumas coisas não acontecem em minha vida. A verdade é que nós desejamos resolver este ou aquele problema e não fazemos nada para que ele seja resolvido. Não adianta desejar. Temos que querer. Querer é começar a fazer acontecer. É mais fácil reclamar, apoiar-se em alguém, do que utilizar nossas próprias forças para tentar conquistar o que queremos. Por que isto acontece? Porque a nossa natureza humana é a de procurar o caminho mais fácil e curto, em detrimento do caminho mais difícil. Citemos um exemplo: O cidadão quer ser médico, mas para isso tem que estudar e cursar medicina na Universidade. Quer ser bom médico? Tem que especializar-se no assunto, tem que dedicar-se mais, estudar mais. Citemos outro exemplo: Quer arrumar emprego? Não adianta pedir para alguém arrumar. Tem que bater nas portas das empresas tem que falar com pessoas. Ou seja, ir a luta fazer a sua parte! Existem alguns desejos que temos e que só vão acontecer se tivermos a atitude de querer! Tem os que sabem que fumar faz mal, mas apenas desejam deixar o cigarro. Na verdade não querem! Tem os que querem emagrecer, mas acham que um remédio é a melhor solução ou uma cirurgia de estômago, em vez de fazer o sacrifício de fechar a boca, exercitar-se. Deu para entender? Um amigo meu disse que prentede deixar de fumar. Percebo que não quer! Teve outro que perguntado sobre seu habito de fumar, respondeu-me: “Eu sei que faz mal, mas por enquanto não estou sentindo nada...”. É mole?
A verdade é que sempre optamos pelos caminhos mais fáceis em detrimento dos mais difíceis. Enfim, desejar não é querer! Concordam?
A verdade é que sempre optamos pelos caminhos mais fáceis em detrimento dos mais difíceis. Enfim, desejar não é querer! Concordam?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Uma bala perdida em São José

Não vamos resolver o problema da violência em nossa comunidade, em nosso Município, no Estado e em nosso País, botando mais policiais na rua e construindo mais penitenciarias. Por quê? Porque os métodos estão errados. Nesta semana uma mulher foi vitima de uma bala perdida quando se encontrava dentro de um ônibus aqui em São José. Um cidadão declarou que “o problema é que depois que inventaram o desarmamento, ficamos desprotegidos.” Será que na visão dele as pessoas poderiam sair por aí com uma arma na mão? Pelo que entendi, ele defende que as armas deveriam ser liberadas para que “todos” pudessem se defender? É justamente lutando pelo desarmamento da sociedade e punindo os marginais que usam armas é que a violência vai diminuir.
Pergunto: Porque os índices de violência nos Estados Unidos, são tão baixos? Dizem que lá a polícia funciona. Não é verdade! Nos Estados Unidos a distribuição de renda é levada a sério. Aqui no Brasil não descobrimos isso ainda. Quando o Governo lançou o Bolsa Família, (ex-bolsa escola) que é uma maneira de distribuição de rendas, os menos esclarecidos dizem que “não se deve dar dinheiro pára vadios”. Sim! E Nos Estado Unidos? E na Alemanha? E no Japão, na Itália, na Inglaterra? Eles também alimentam vadios? Lá, a renda mínima já existe há anos e com o apoio irrestrito das classes empresariais. Por quê? Porque nos países capitalistas, como o nosso, a distribuição de renda contribui para circulação do capital (dinheiro). Mais dinheiro no mercado, mais consumidores, mais consumidores, mais salários e maior o poder aquisitivo da sociedade. E, uma sociedade com renda melhor, menos assalto, menos violência. Quer conhecer um país pobre e violento? Pergunte se nele distribuem-se sestas básicas. Não existe coisa mais pobre do que uma sesta básica. Enquanto não compreendemos isto, viva a bala perdida!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Cidade digital

Você já imaginou estar em casa e poder acessar seu computador através de um sistema “wireless” ou “Hi5” como queiram. Para muitos, isto não é novidade. Mas, já imaginaram poder pegar seu Lep top e poder acessar de uma praça, de um lugar qualquer sem ter que pagar nada? Bem eis uma novidade que espero ter a oportunidade de conseguir dar “o ponta pé” inicial aqui em São José. Pelo menos é uma das missões, para a qual o Prefeito Djalma Berger me convocou.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Boa inspiração!

Não tem jeito. Para escrever todos os dias num blog tem que ter inspiração. Hoje, quando me sentei em frente ao computador, me fiz a pergunta que certamente muitos fazem antes de escrever algo. E agora? Escrever sobre o quê? Queria falar de algo que inspirasse meus amigos a terem uma bela semana. Lembrei-me do que li pela manhã no meu livro de cabeceira (Orando em Família - Encontro publicações - Martin Weingaertner-2009), que, aliás, recomendo a quem quiser ter uma vida mais tranqüila, mais espiritualizada. Resolvi transcrever o texto deste domingo. Se tiverem um tempinho leiam e meditem sobre a mensagem. Tenho certeza que vai ajudar em alguma coisa.
“Se sua vida está descontrolada, se vive abatido e não sabe por onde começar o conserto dela, diga isso a Deus. Ele o ouvirá. Mesmo que você não saiba expressá-lo, saiba que “há momentos, em que as palavras não resolvem, mas o gesto de Jesus demonstra amor por nós. Foi no calvário, que Ele sem falar, mostrou ao mundo inteiro o que é amar”. Por isso, para Jesus não há impossíveis. Mediante o arrependimento de quem confia na sua ajuda. Ele fará a grande obra da restauração e salvação em você. Sem demora entregue tudo a Jesus”.
Gostei e como eu sei que tem muita gente com vergonha de dizer que crê, que tem fé, que tem esperança, resolvi escrever e dizer que eu creio, eu tenho fé e tenho esperança! Amém!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
As nossas escolhas

Queria dizer aqui que hoje não foi um bom dia. Depois pensei melhor e conclui que o dia foi maravilhoso. Acordei cedo, fui visitar as áreas industriais com um empresário interessado em se instalar em São José. Recebi outros no gabinete, atendi algumas pessoas que me procuraram. Tomei algumas medidas administrativas e terminei o dia com saúde e com a disposição de recomeçar os trabalhos no dia seguinte. Na verdade, está ainda muito presente em meu coração os fatos de 2008, que obvio me marcaram muito.
Todavia, me conforta saber que nós somos vítimas de nossas próprias escolhas. Se escolhi o caminho que trilhei até aqui, se tomei as decisões certas ou erradas, o mais importante é saber que as mesmas oportunidades que um dia resultou em grandes realizações, vão surgir novamente em minha vida.
Todavia, me conforta saber que nós somos vítimas de nossas próprias escolhas. Se escolhi o caminho que trilhei até aqui, se tomei as decisões certas ou erradas, o mais importante é saber que as mesmas oportunidades que um dia resultou em grandes realizações, vão surgir novamente em minha vida.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Um costume italiano
Hoje me lembrei de algo que li não sei aonde, mas registro aqui para quem interessar: Era ou é não sei, um costume italiano, que todos os dias durante o jantar o pai perguntava a cada filho o que teria aprendido naquele dia. Perguntou ao primeiro e ele logo lhe falou de algo que aprendeu. Perguntou ao outro e da mesma forma logo descreveu sobre algo novo. Ao terceiro, fez a mesma indagação e este respondeu que não havia aprendido nada. O pai então mandava abrir o dicionário e descobrir o significado de uma nova palavra. Fazia sempre isto porque todos os dias, seus filhos deveriam aprender alguma coisa nova.
Palavra do Max
Hoje pela manhã ouvi o sempre atualizado Max Gehringer na CBN Diário, que fala sempre por volta das 7h55min, logo após o comentário do Moacir Pereira, dizendo que os jovens estão interessados em aprender inglês, pensando em melhorar as chances de conquistar um emprego e se esquecem que é muito importante dominar primeiro a nossa língua. Disse ainda que 70% dos candidatos a uma vaga de trabalho são eliminados na redação. Em portugês é claro.
Boa notícia
Recebi a visita de quatro empresários interessados em adquirir uma área para se estabelecer em São José. Todos me disseram que apesar da crise, estão otimistas quanto ao futuro de nossa economia. Fiquei animado.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Estamos voltando

No dia 10 de novembro foi a última vez em que atualizei meu blog. A partir de hoje volto à ativa. De lá para cá muitas coisas aconteceram. Tivemos um bom final de ano. Assumi a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, do município de São José. Claro que já agradeci a confiança que o Prefeito Djalma Berger (PSB) depositou em mim. Logo, logo teremos novidades na área.
As nossas escolhas

Um conhecido meu veio conversar comigo e obviamente começou a reclamar da vida. Disse-me que com a mudança de governo estava desempregado, que teria muitas dificuldades pela frente, etc.
É bom que fiquemos ligados em todos os dias de nossa vida, pois nós somos vítimas de nossas próprias escolhas. Quando estamos reclamando de nossas dificuldades temos que entender que nós é que escolhemos os nossos caminhos, escolhemos nossa cara metade para casar, escolhemos o que queremos ser na vida, escolhemos a nossa cidade para morar, escolhemos nossas companhias para nos relacionarmos, etc.
Portanto antes de chorar o “leite derramado”, olhemos para traz e vamos descobrir que se hoje passamos por esta ou aquela situação, é porque escolhemos este caminho.
É bom que fiquemos ligados em todos os dias de nossa vida, pois nós somos vítimas de nossas próprias escolhas. Quando estamos reclamando de nossas dificuldades temos que entender que nós é que escolhemos os nossos caminhos, escolhemos nossa cara metade para casar, escolhemos o que queremos ser na vida, escolhemos a nossa cidade para morar, escolhemos nossas companhias para nos relacionarmos, etc.
Portanto antes de chorar o “leite derramado”, olhemos para traz e vamos descobrir que se hoje passamos por esta ou aquela situação, é porque escolhemos este caminho.
Aniversariante de hoje
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